in ,

Pareidolia o fenômeno que faz o cérebro processar rostos em objetos

Basicamente, o cérebro processa os estímulos visuais e encontra formas familiares (como rostos) em objetos inanimados. O nome do fenômeno é conhecido como pareidolia.

Como essas “ilusões” costumam ser curiosas e bastante divertidas, reunimos alguns exemplos para você conferir. Veja:

1 – Jalapeño prontinho para tocar o terror

2 – Se apertar o “focinho” com força, ele late!

3 – Essa colherada de pasta de amendoim não parece muito feliz

4 – Olha novamente. Dois homens barbudos de capacete?

5 – Monstro ou ave?

6 – As pombas devem se sentir super bem-vindas!

7 – Frutinha assustada

8 – Coitado… Este carinha bebeu demais

9 – Deu pena da cadeira!

10 – Abusa essa caixa que eu quero ver

11 – Pimentão insano

12 – O chocolate feliz

13 – Estou de olho

14 – Chama um táxi

15 – O rasta!

16 – O que é isso?

17 – Claramente não são nuvens, é um cavalo disfarçado 

18 – O radar perigoso – Ultra tecnologia. Se não parar, ele atira

19. Gente… uma pia esvaziando com sabão ou um olho? 

20 – Eu tenho Pareidolia

#VamosAprender

Apofenia é um fenômeno cognitivo de percepção de padrões aleatórios, presente em todos nós, muito utilizado em ilusões de óticas e também em superstições religiosas (Ocorre muito naqueles vídeos “Vulto de Jesus aparece em filmagem de criança brincando” quando na verdade era uma mancha na câmera por exemplo) onde a mente da pessoa acaba tirando conclusões precipitadas sobre uma informação inconclusiva vista, sentida, geralmente enganando a pessoa.

Pareidolia é um tipo de apofenia, uma característica psicológica, que envolve um estímulo vago em nossos cérebros (geralmente uma imagem, luz ou som) onde esses dados inconclusivos em nossas mentes nos remetem a algo.

É por conta da pareidolia que identificamos animais nas nuvens, vemos rostos humanos em objetos, olhamos aqueles emoticons do whatsapp e conseguimos identificar as reações e expressões, a pareidolia também acontece com sons, sendo comum em músicas tocadas ao contrário, como se dissessem algo (cof cof xuxa cof cof).

O cientista Carl Sagan, em seu livro O Mundo Assombrado pelos Demônios, descreve que nós, seres humanos, desde que nascermos temos essa habilidade para identificar um rosto humano, provavelmente sendo uma técnica de sobrevivência natural. Isso quer dizer que, com mínimos detalhes, conseguiremos reconhecer rostos mesmo com fraca visibilidade, podendo nos proteger.

Isso também nos induz a erros, onde nosso cérebro enganado pela pareidolia, nos mostra certos padrões aleatórios (som, imagem) como rostos, e é ai que entra a parte legal da coisa.

Via: MegaCurioso e Design Culture

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Loading…

0

Comentários

Comentários